A Adega

São já 60 anos de existência, aqueles que a Adega de Sabrosa, conta.

Marcamos pela confiança, pela tradição, e, recentemente, pela inovação que impomos a todos os nossos processos.

Uma marca com história precisa a todo o momento de se renovar.

Para tal, têm vindo a utilizar-se determinadas estratégias, para não nos desviarmos do foco da nossa existência – os clientes. A utilização do nome do primeiro circum-navegador dada aos vinhos, Fernão de Magalhães, e a criação dos rótulos dos mesmos, são as fases que se seguiram ao aumento da qualidade que os vinhos apresentam.

A presença em concursos internacionais tem vindo a demonstrar (à Adega e ao seu público-alvo) que as todas as medalhas ganhas ao longo dos anos 2016, 2017 e 2018, têm uma verdadeira razão de ser. A qualidade demonstra-se e, efetivamente, é isso que tem acontecido.

A Adega de Sabrosa, lançou já em 2016 uma edição especial e limitada de um conjunto de quatro garrafas e três conjuntos acompanhados das obras de Miguel Torga, com vinho Fernão de Magalhães Reserva Tinto 2012, com serigrafias do conterrâneo Jorge Marinho em homenagem à vida e obra do escritor Miguel Torga, nascido em S. Martinho de Anta, concelho de Sabrosa, tendo-se revelado um verdadeiro êxito!

Esta ligação a Fernão de Magalhães e a Miguel Torga, tem aumentado o interesse do mercado pelos vinhos da Adega de Sabrosa, produzidos na primeira região demarcada do mundo, o Douro.

Porque uma marca não se constrói sozinha, os mais de 600 produtores que entregam as suas uvas à sua Adega, têm sido a base e o sustento desta Adega.

Sem a confiança (mais uma vez, ela aqui está!) que os agricultores depositam em cada departamento da produtora dos vinhos Fernão de Magalhães, o sucesso que está a ser alcançado, seria impossível e inatingível.

Em jeito de conclusão, as marcas têm uma necessidade contínua de renovação, adequando-se aos tempos e às culturas, não esquecendo as raízes que as sustentam.